A emergência da ecologia humana no Nordeste do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.22021473Resumo
Este artigo tem como objetivo apresentar um breve panorama da Ecologia Humana no Brasil, tendo como foco principal o estudo da implantação do primeiro programa de mestrado em Ecologia Humana no Brasil. Se problematizará as questões epistemológicas discutidas neste Programa e como o meio geográfico, humano e ecológico influencia seus objetos/sujeitos de pesquisas, quanto às principais questões científicas que apresenta como fundamentação do seu universo teórico e dirige a produção de literatura no campo da Ecologia Humana no Serão do Brasil. Estes aspectos foram analisados, tendo como base os percursos e consolidação de uma Ecologia Humana brasileira e latino-americano. Reconheceu-se que através desta jornada – sobre o desafio do desenvolvimento epistemológico de uma Ecologia Humana como saber científico contextual e implicado na complexa realidade do Nordeste Brasileiro - é possível entender os tipos de interações homem/meio ambiente (Moran, 1990, 2008, 2009, 2010, 2011) no contexto de uma região importante do Brasil, que abriga um bioma totalmente seu: a Caatinga (734, 478 km² de extensão), hoje, com uma população humana estimada em mais de 16.926,831 habitantes, segundo o IBGE. Este artigo amplia e aprofunda algumas discussões iniciadas a partir do II Seminário Internacional de Ecologia Humana, ocorrido na Universidade do Estado da Bahia, região Nordestes do Brasil.
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